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Ucrânia na Grande Estratégia dos EUA (V)
O ponto de partida deste estudo foi a pergunta sobre a ambivalência do governo Biden diante da guerra da Ucrânia e, em todos os seus momentos, a ideia norteadora da análise foi a de que a chave para a compreensão do comportamento dos Estados Unidos no conflito jazia no padrão historicamente construído de relacionamento entre vencedor e vencido, Estados Unidos e Rússia, no Pós-Guerra Fria. Antes de concluir o percurso devo considerar o papel atribuído à Ucrânia neste processo. (Arte: Exército americano/Spc. Joshua Leonard)
Leia maisO racismo sistêmico dos EUA também está presente em suas guerras
Praticamente todas as pessoas mortas pelo poderio de fogo dos EUA na “guerra contra o terrorismo” ao longo de duas décadas foram pessoas não-brancas, fato que passa despercebido em um país onde, em contraste marcante, as questões raciais nas políticas internas e seus resultados são constantemente discutidos publicamente
Leia maisEscolhas Fatídicas 2. Expansão da OTAN
A decisão de estender a OTAN no espaço antes organizado pelo Pacto de Varsóvia tinha profundas implicações geopolíticas. Para que a Presidência americana desse efetividade à sua opção, ela precisava construir consensos amplos e obter o apoio majoritário no Congresso, ao tempo em que cuidava de aplacar as resistências externas que cedo se manifestaram. Foto: Sede da OTAN (Crédito: OTAN)
Leia maisSuperando Trump
O fato de a campanha de DeSantis ter arrecadado a incrível quantia de 8,2 milhões de dólares nas primeiras 24 horas após o anúncio da sua candidatura, enquanto Trump arrecadou apenas 9,5 milhões nos últimos seis meses, é mais do que um sinal de encorajamento
Leia maisGuerra e paz na Ucrânia: cenários.
Claro, com a retirada da França, da Alemanha e da Itália do financiamento a Kiev, a OTAN explode. O mundo voltará ao ponto que Mikhail Gorbachev, ao aceitar a dissolução do Pacto de Varsóvia, pretendia que as relações internacionais fossem conduzidas de 1999 em diante.
Leia maisEscolhas fatídicas. Supremacia Nuclear (III)
No final de 1989, o conflito Leste-Oeste era passado, mas as linhas mestras do futuro ainda não tinham sido traçadas. A ordem emergente então – nunca de todo realizada – foi resultado de escolhas feitas em resposta a problemas discretos, com consciência difusa de suas implicações e significado.
Leia maisUNESCO celebra o retorno dos Estados Unidos ao multilateralismo
A necessidade de estar presente nos debates e decisões internacionais sobre questões críticas de educação e inteligência artificial, e de se contrapor à forte presença da China, motivou o retorno dos Estados Unidos à agência da ONU que trabalha com educação, ciência e cultura. (Imagem: Audrey Azoulay/ Unesco)
Leia maisA Quadratura do Círculo. A Política dos Estados Unidos para a Rússia no Pós-Guerra Fria (II)
Com efeito, a política dos Estados Unidos para a Rússia começa com a implosão da URSS, vale dizer, com a tentativa frustrada do golpe de Estado levada a efeito pela linha dura do regime, em 19 de agosto de 1991, que foi seguida de perto pela declaração de independência da Estônia, da Letônia, da Rússia, da Ucrânia, da Geórgia e, meses depois, pelo desaparecimento formal da União Soviética.
Leia maisO ataque dos EUA à soberania alimentar do México
Com seu compromisso com a saúde pública, o meio ambiente e o aumento da produção nacional de alimentos básicos, o governo mexicano nada contra a forte corrente neoliberal e enfrenta décadas de dumping agrícola. (Foto: Sementes criolas do milho asteca palha roxa, por Rovena Rosa/Agência Brasil).
Leia maisNewsweek: BRICS acelera declínio da influência global dos EUA
Enquanto os Estados Unidos enfrentam desafios para manter sua influência no Sul Global, o BRICS, composto por Rússia, China, Índia, Brasil e África do Sul, segue em ascensão.
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