Autor: Celso Japiassu

Poeta, articulista, jornalista e publicitário. Traballhou no Diário de Minas como repórter, na Última Hora como chefe de reportagem e no Correio de Minas como Chefe de Redação antes de se transferir para a publicidade, área em que se dedicou ao planejamento e criação de campanhas publicitárias. Colaborou com artigos em Carta Maior e atualmente em Fórum 21. Mora hoje no Porto, Portugal. É autor de Poente (Editora Glaciar, Lisboa, 2022), Dezessete Poemas Noturnos (Alhambra, 1992), O Último Número  (Alhambra, 1986), O Itinerário dos Emigrantes (Massao Ohno, 1980), A Região dos Mitos (Folhetim, 1975), A Legião dos Suicidas (Artenova, 1972), Processo Penal (Artenova, 1969) e Texto e a Palha (Edições MP, 1965).

A marca da maldade

Já escrevi que o caso Julien Assange merece um capítulo adicional da História Universal da Infâmia, pois nele estão presentes a vilania, a falta de escrúpulos e a traição de governos, de homens e de algumas mulheres.

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O sufoco da direita

O maior adversário da direita tradicional não tem sido os movimentos progressistas de esquerda, mas a corrupção ideológica em suas próprias fileiras que a fez degenerar transformando-se nos movimentos de extrema-direita.

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Réquiem para a monarquia

Existem atualmente doze monarquias na Europa. No princípio do Século XIX, com exceção da França, todos os países europeus eram governados por monarquias. Excluindo as Américas, era também a forma de governo disseminada pelo mundo. Cinquenta anos depois e duas guerras que mudaram a face de todos os continentes, existem menos de 50, das quais dezesseis dirigidas pelo Rei Charles III da Inglaterra.

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As eleições na União Europeia

As previsões para os partidos de esquerda nas eleições da União Europeia em 2024 são incertas e dependem de diversos fatores. Mas é possível observar um crescimento da esquerda verde e da esquerda radical em alguns países, enquanto a fragmentação das esquerdas continua a ser o grande desafio a comprometer o desempenho eleitoral dos partidos progressistas.

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A grande marcha nazifascista

Temos medo do que virá porque a única certeza que temos é a de que vamos viver pior. E a extrema direita vem e diz que podemos voltar para trás. É um projeto reacionário de volta ao passado diante da crise política e de governança neoliberal

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 A repetição da tragédia

Em 2024 haverá eleições em mais de 60 países e mais de 4 bilhões de eleitores irão votar diante de um paradoxo: a democracia que garante o voto se encontra sob ataque dos partidos e movimentos da extrema direita que estão em crescimento e negam a democracia

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O Equador e a legalização das drogas

O seu combate sistêmico, como é o caso do programa estadunidense Guerra às Drogas, mostrou-se incapaz de chegar até mesmo perto do objetivo para o qual foi concebido, qual seja o de vencer o inimigo, como é o objetivo de todas as guerras. Os americanos devem perder mais essa.

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O mito da social-democracia

Na social-democracia, na maioria das vezes, a prática é a de somar forças à direita e, dessa forma, contribuir para reforçar a ação ultrarreacionária da extrema direita.

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A Onda Verde

Eles crescem em todo o mundo porque reconheceram, antes de outros partidos políticos, as ameaças de um futuro em que as demandas da população humana, em constante crescimento, superam a capacidade da Terra em atendê-las. O futuro traz consigo, se o mundo se mantiver impassível, a certeza de um desastre.

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O ano que acaba num mundo perturbado

 
Dois mil e vinte e três encerra-se como mais um ano de sangue, desespero e dor nas várias partes do mundo. Vem, portanto, juntar-se a outros capítulos da trágica história do homem.

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