BAHIA: Governo presente cuida da gente

Autor: Celso Japiassu

Poeta, articulista, jornalista e publicitário. Traballhou no Diário de Minas como repórter, na Última Hora como chefe de reportagem e no Correio de Minas como Chefe de Redação antes de se transferir para a publicidade, área em que se dedicou ao planejamento e criação de campanhas publicitárias. Colaborou com artigos em Carta Maior e atualmente em Fórum 21. Mora hoje no Porto, Portugal. É autor de Poente (Editora Glaciar, Lisboa, 2022), Dezessete Poemas Noturnos (Alhambra, 1992), O Último Número  (Alhambra, 1986), O Itinerário dos Emigrantes (Massao Ohno, 1980), A Região dos Mitos (Folhetim, 1975), A Legião dos Suicidas (Artenova, 1972), Processo Penal (Artenova, 1969) e Texto e a Palha (Edições MP, 1965).

Europa violenta

Nos países do continente, surtos de violência costumam eclodir até no seio das famílias, na convivência dos casais e nos preconceitos contra as minorias

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Eleições para consertar a confusão

Sobre quem é Keir Starmer, o novo primeiro-ministro, um amigo me enviou um texto esclarecedor escrito pelo cineasta Ken Loach e que diz a certa altura: ” o que não está claro para quem não mora na Inglaterra é que hoje o Partido Trabalhista não é o partido dos trabalhadores, mas o das grandes empresas. É o partido dos grandes negócios. O seu líder, KeirStarmer, é um oportunista.

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A Europa sombria

O crescimento da extrema-direita na Europa é um fenômeno que vem se espalhando pelo continente nos últimos anos. Diversos partidos de extrema-direita e ultraconservadores têm conquistado cada vez mais espaço político, ameaçando o equilíbrio democrático em todos os países.

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Macron, a Frente Popular e a extrema-direita

Macron alertou que o “aumento dos nacionalistas e demagogos é um perigo” e que os resultados das eleições europeias foram “um desastre que não pode ser ignorado”. Uma vitória do RN poderia “bloquear” a União Europeia, de acordo com o presidente francês. As eleições francesas significam, portanto, um momento decisivo não apenas para o país, mas também para o futuro da Europa

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As dificuldades da esquerda

Diante do relativo sucesso da extrema-direita nas eleições para o Parlamento Europeu, as esquerdas procuram recuperar o terreno perdido. As propostas para organizar a sociedade em benefício da maioria de acordo com os ideais de solidariedade e bem-estar social voltam à ordem do dia no programa das esquerdas. Mas antes, é necessário planejar uma estratégia capaz de unir os movimentos do mesmo campo, que competem entre si por maior espaço político. É o que se tenta fazer na França, onde se configura na Europa a maior ameaça trazida pela sombria vitória da extrema-direita.

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Porque a extrema-direita cresce na Europa

A crise econômica de 2008 levou a uma recessão generalizada, aumento do desemprego e redução nos padrões de vida, provocando insatisfação e frustração. Criou um ambiente propício ao surgimento de movimentos e partidos que prometiam soluções simples e autoritárias para problemas complexos, culpando grupos específicos da sociedade ou imigrantes.

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Esquerda e direita nas eleições europeias

As eleições no dia 9 de junho representam um momento crucial para a democracia na Europa. Os eleitores de 27 países escolherão os seus representantes no Parlamento Europeu.

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As eleições na Europa

O porta-voz do Parlamento Europeu, Jaume Duch, afirma que uma virada mais à direita na composição do Parlamento não vai necessariamente corroer o papel da União Europeia. Mas, na verdade, o aumento do apoio aos partidos de extrema-direita lança dúvidas sobre o futuro do bloco.

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As vozes da distopia

Os partidos neofascistas apresentam-se hoje com votações acima de 15 por cento em 19 países da Europa e só não possuem representantes nos parlamentos da Lituânia, Malta e Irlanda. Cada vez mais a atuar como aliada preferencial da direita tradicional, dita democrática, a extrema-direita articula-se em frentes, elabora planos internacionais e confia no que acredita ser inevitável: a conquista do poder em todos os países. É o vislumbre de um mundo sombrio, distópico e miserável.

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Os últimos anos do planeta Terra

A Humanidade defronta-se com o momento de decidir sobre a própria sobrevivência. Analistas mais lúcidos avançam na avaliação e contestam o modelo de produção capitalista poluente e devastador.

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